terça-feira, 11 de junho de 2019

A Base de tudo é Deus!

Jesus Cristo estava concluindo o seu mais importante discurso, conhecido como “o sermão do monte”, Evangelho de Mateus (Caps. 5-7) e no Evangelho de Lucas (Fragmentado ao longo do livro) e então ele resume esta mensagem e aplica esta mensagem dizendo que aquele que ouve e prática o que ele ensinou é considerado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha. Sobre esta casa, caiu a chuva no telhado, soprou o vento na parede, bateram os rios no alicerce e esta casa ficou de pé porque foi construída sobre a rocha. Porém aquele que ouve a palavra de Deus, os ensinamentos de Deus, e não coloca esses ensinamentos em prática, é comparado a um homem insensato, tolo, negligente, que constrói a sua casa sobre a areia; e sobre esta casa acontece as mesmas coisas: cai a chuva no telhado, sopra o vento na parede, bate o rio nos alicerces, e esta casa desaba e há uma grande tragédia.
É claro que esta metáfora não tem a ver com construção física, é claro também que se uma pessoa for construir uma casa e não trabalhar o alicerce, essa casa vai cair mesmo, vai entrar em colapso. Mas Jesus está usando uma figura de linguagem para nos ensinam uma verdade espiritual: esta casa é a nossa família, esta casa é a nossa vida; e muitas vezes nós não temos o devido cuidado e prudência para construir a nossa família sobre uma base sólida, sobre um alicerce firme.
Muitas vezes nós planejamos uma viagem, planejarmos estudar para um concurso, planejarmos os nossos negócios, mas não planejamos o casamento, o relacionamento familiar; por isso há tantas famílias sendo destruídas, tantas famílias se desfazendo, na conjuntura da tempestade que acontece na vida; desencontros, desacertos, mágoas, revoltas, decepções, traições; e diante de tantas circunstâncias adversas, não tendo o alicerce firme, o casamento não se sustenta, a família não se mantém, por isso tantas famílias feridas, tantas famílias doentes, tantas famílias machucadas, porque não cuidaram de edificar esses relacionamentos sobre a rocha.
Mas a pergunta é: “Quem é essa rocha?”. O salmista Salomão, escrevendo o salmo 127 disse uma coisa interessante, ele diz o seguinte: “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”. Esta rocha é o próprio Jesus, esta rocha o próprio Deus. A maior necessidade sua e minha não é de uma casa maior, não é de uma casa melhor, não é de mais conforto dentro da nossa casa.  A maior necessidade nossa é de Jesus ser o grande alicerce dos nossos relacionamentos. Quando Jesus está presente na nossa casa, as tempestades vêm, é claro. Nós não vivemos numa estufa espiritual, nós não estamos blindados como que imunes das adversidades da vida. Sobre ambas as casas, a casa construída sobre a rocha, e a casa construída sobre a areia, aconteceram as mesmas circunstâncias; o que distingue uma pessoa prudente de uma pessoa insensata não são as circunstâncias da vida, mas como elas reagem a essas circunstâncias, em quem elas estão fincadas, alicerçadas. Se você fundamentar a sua vida em cima de dinheiro, em cima de sucesso, de prazeres, se você for o centro das atenções, ao vir as tempestades naturais da vida você vai desabar, você vai entrar em colapso, o casamento entrar em crise, a família vai se desagregar, mas se você construir a sua casa, seu casamento, seus relacionamentos, a sua família, sobre a pessoa de Jesus Cristo, sobre os valores da palavra de Deus, quando você escuta a palavra de Deus e põe em prática a palavra de Deus, então quando a crise chegar, quando a tempestade vier, você vai vencer essa tempestade; a sua casa vai permanecer firme, ela não vai desabar.

segunda-feira, 5 de março de 2012


Noivas em aperto,noivas que estão em busca de um sonho,noivas que lutam por cada detalhe que sonham noite e dia com esta data tão especial que é o casamento.Noivas que não se deixam abater pelos obstáculos  que não desistem mesmo diante das dificuldades...mesmo que tudo nos puxe para traz...mesmo que as vezes são tantos os tropeços e decepções que nos fazem curvar como se enfrentássemos uma tempestade.
Não está sendo fácil para mim,estou muito cansada e meu coração está contrito pois todos os meus planos estão indo por água abaixo e se continuar assim vou ter que adiar o dia tão especial com muita tristeza mas vai ser o melhor.Mais ainda não desisti,ainda não,pois vou lutar ate o fim,vou ser teimosa pois na vida a gente tem que ser assim firme naquilo que queremos.Boa sorte para nós noivas no aperto...abraços.....

sábado, 3 de março de 2012

O casamento e seus significados:
Alianças: A palavra aliança surgiu por volta do século XV, provavelmente na França.
Mary de Burgundy foi a primeira noiva da história a usar uma aliança como sinal de amor e união duradoura. A iniciativa de presenteá-la com um anel de diamantes foi de seu noivo, o Arquiduque Maximilan da Áustria, em 1477.
A forma circular do anel, sem começo nem fim, seria um prenúncio da continuidade do amor e devoção ao longo da vida do casal.
O costume de usar o anel no dedo anelar da mão esquerda parece ligado a uma crença antiga. Acreditava-se que nesse dedo existia uma veia que ia direto para o coração. O dedo anular esquerdo tornou-se, assim, o dedo da aliança de casamento em diversas culturas.

Amêndoas: Os italianos acreditam que as amêndoas trazem felicidade aos noivos. São oferecidas cinco, envoltas num tule. Cada uma das amêndoas tem um significado. São eles: saúde, riqueza, vida longa, fecundidade e felicidade.
Arroz:  Uma das mais antigas tradições de casamento, o costume de jogar arroz originou-se com os antigos hindus e chineses. Nessas culturas, o arroz era símbolo de frutificação e prosperidade. Acreditava-se que olançamento de arroz nos noivos após a cerimônia era um oferecimento de fertilidade. Comer arroz e outros grãos garantia saúde, riqueza e felicidade ao jovem casal.

Beijo:  O primeiro beijo trocado pelos noivos no encerramento da cerimônia teve diversos significados ao longo dos tempos. Muitas culturas acreditavam que o casal trocava espíritos na respiração e parte de suas almas também eram compartilhadas.O beijo nupcial que se pratica em alguns países teve a sua origem na época feudal. Significa uma homenagem que o noivo fazia à família da noiva.

Bem Casados: Os bem-casados denotam uma doce união.

Bolo: O bolo sempre desempenhou um papel muito importante nas festas de casamento. Antigos romanos partiam um bolo na cabeça da noiva para simbolizar fertilidade ou abundância. Muitas outras culturas jogavam trigo, farinha ou bolo na cabeça da noiva e depois comiam os restos para terem sorte. Os primeiros britânicos assavam cestos feitos com biscoitos, que os convidados levavam para casa, ao final da cerimônia. Os noivos tentavam se beijar sobre estes pedaços. O costume do “bolo da noiva” veio da França. Conta-se que um francês assistiu a um casamento inglês no qual o noivo e a noiva se beijavam por cima de uma mesa cheia de doces. Voltando ao seu país, achou mais interessante fazer, em vez de montes de doces, um só bolo modelado e confeitado.

Bouquet: Para os antigos gregos e romanos, o bouquet era formado por uma mistura de alho e ervas ou grãos. Esperava-se que o alho afastasse espíritos maus e as ervas ou grãos garantissem uma união frutífera. Na antiga Polônia, acreditava-se que, colocando açúcar no bouquet da noiva, seu temperamento se manteria “doce”.
A entrega do bouquet representa a despedida da noiva, que o atira para repartir com os convidados, num gesto generoso, a sua felicidade.

Flores: As flores de laranjeira são usadas porque os nossos antepassados as consideravam um talismã para assegurar tanto uma família numerosa como a felicidade nupcial.
Os antigos romanos tinham o costume de atirar flores no trajeto da noiva, acreditando que as pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido.

Grinalda: A grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior era o símbolo de status e riqueza.
Lua-de-mel: Tem origem no povo germânico, pois era costume se casar na lua nova. Na cerimônia, os noivos bebiam uma mistura de água com mel para proporcionar boa sorte. O costume também poderia ter nascido em Roma: os convidados pingavam gotas de mel na porta de entrada da casa dos noivos, para que estes tivessem uma “vida doce”.
A lua-de-mel é também uma sobrevivência do casamento com rapto, quando o marido mantinha a sua “esposa seqüestrada” escondida, para evitar que esta chamasse os parentes em seu auxílio. Lá eles permaneciam por uma fase da lua e bebiam uma espécie de vinho à base de mel para torná-los mais apaixonados.


Noiva do lado esquerdo do noivo: Durante a celebração do casamento, a noiva se posiciona no lado esquerdo do noivo. É uma tradição que remonta à Idade Média: se algum homem tentasse “roubar” a futura esposa do noivo, este a defenderia com a espada, usando o braço direito para o combate. Outros dizem que, quando a noiva fica no lado esquerdo, afasta o risco da infidelidade

Noivo não pode ver a noiva vestida para a cerimônia: É uma tradição milenar praticada por quase todos os povos. Em alguns países árabes, o casamento, especialmente dos muçulmanos, ainda hoje é celebrado entre o pretendente e o pai da noiva (esta aguarda em outra sala). Somente depois da celebração do casamento pelos homens é que a noiva se encontra com o futuro marido. A tradição também ensina que o homem não deve tocar em nenhum pertence da noiva, para não quebrar o encanto do matrimônio. Pode-se tocar apenas em objetos de vidro e ouro.

Vestido: A cor branca do vestido de noiva só foi popularizada no século XIX, no casamento da Rainha Vitória. Ela lançou a moda que permanece até os dias atuais. Antes disso, não havia cor específica para a cerimônia; a cor mais usada era o vermelho, que simbolizava “sangue novo” para a continuação da família. O branco acabou sendo o preferido, por simbolizar a castidade e a pureza.

Véu: Hijab (véu) quer dizer, em árabe, "o que separa duas coisas". O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira para entrar em uma nova vida, a de esposa.
Misticismo e romance cercam o assunto sobre o véu. Originalmente, pensava-se que ele era usado para esconder a noiva de possíveis seqüestradores. Mais tarde, em outra versão, diziam que algo escondido tornava-se mais valioso.
O véu é uma referência à deusa Vesta (da honestidade), que, na mitologia greco-romana, era a protetora do lar.

  • Noivas, como é que faz 6 meses para o casamento e o noivo desempregado,coitado......eu confesso estou morrendo de medo de não dar certo, e agora....